terça-feira, 2 de agosto de 2011

CULTURA EM CAPITÃO

Cultura vem do latin (colere), que significa cultivar. Compreendidos sobre a definição da palavra cultura, dito minha acepção.

Venho me perguntando há tempos sobre como apreender-me à cultura ou qual é a
genética de fabricação deste segmento e vi que, quando se habilita ao costume, doutrina, religião, crença, adere ao cultismo, ou seja, cultiva-se algo – então, posso afirmar que isso é cultura. Mas, sabemos que a complementação de culturativismo é bem mais complexa. Aplicando a pesquisa a fundo, vemos que a estratégia para adquirir cultura não vem apenas do poder público e projetos, mas que requer primordialmente iniciativa do berço, o que digo: princípio e estrutura familiar e pessoal. Não se pode descartar que se o indivíduo na qualidade de gestor da cultura não se propiciasse no investimento e acreditando que tal forma de conduta fora veloz para a sua colocação, ultimatamente não o seria gestor. Aos que debilitam da cultura têm uma parcela de cumplicidade na marginalidade alimentando a violência, turbulenciando a elaboração do desenvolver social e projetividade governamental.

Pesa muito a meu ver quando ouço jovens conversando entre si e ao buscar saber de que assunto trata seus dizeres, se são saudáveis o que dizem e faço particularmente meus cálculos, chego a conclusão que de 30 palavras ditas por este grupo, apenas se aproveitam 12, se aproveitar.

A cultura começa no comportamento do acordar ao deleite noturno. Tenho saudade da vida dos anos 90 e poderiam dizer meus pais: “saudade dos anos 50 e 60”. As pessoas naquela época tinham cultura e não sabiam, enquanto hoje muito se fala em cultura e alguns ainda não a teem. Se assento na praça para ler um livro percebo o despreparo de alguns que me julgam louco; se falo baixo ao telefone ou a alguém me julgam “treteiro”; se peço desculpa ou licença me julgam querer aparecer; se compartilho meus conhecimentos se perdem no meio da “ninhada”, fazendo com que a conversa fique desagradável e tome outro rumo, isso se o participante da minha conversa não me deixar falar a sós. É compreensível que este tipo de atitude possa advindar à mente de alguns por não ter condição para investir em cultura, mas ao mesmo tempo discordo de minha compreensão e me incompreendo, não faltam mais opções de aderir e veicular pra si a projetividade da cultura aplicando-a a mente, fazendo jus da mesma, porque mesmo não havendo recurso personalizado, há recurso virtual, leitureiro, auditivo (saber ouvir) ou perceptível ( percebendo a postura adequada alheia). Especificamente aqui em Capitão Enéas, preparo para aplaudir de pé porque esta atividade vem sendo agregada e graças a Deus de forma útil e rápida, já se vê nos olhos de alguns a esperança de receber a cultura e jusdicilizar. Assistir à alguns ensaios da nova banda de músicos de sopro e percussão aqui de Capitão, só que pontuei uma média, não vi nenhum ouvinte ou expectador, talvez porque não fora divulgado ou desinteresse próprio. Quero acreditar que daqui a uns três meses a cidade possa desfrutar desta atividade musical e quem sabe participar, dando expansividade nesse projeto – Parabéns aos mentores e participantes, muito louvável, e saibam que têm meu apoio. Quero registrar minha preocupação, que, o interesse pelo esporte é importante, mas para completar a conduta culturativista é indispensável à atribuição ao setor da música, dança e instrumental. Porque, o esporte habilita o corpo e a musica a mente, isso é uma combinação perfeita e faz do ser humano, um humano ser.











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