segunda-feira, 31 de maio de 2010

SALVE A SELEÇÃO!

Bola na área poe pra dentro e grite gol
Nada nos empata quando a história é futebol
De livre imaginação
Seja quem comanda nossa seleção
De porta em porta
De pé em pé
Bate na palma da mão


Salve a seleção!
Grude na televisão
Se não torce, distorce a tradição
Se for hexa eu digo campeão
E se não for eu grito seleção
Bola na grade ou na trave é diversão
Salve a seleção! Salve a seleção!

Atacante,
Zagueiro
É o time brasileiro
Toca o pandeiro
De sul a norte
Com estilo e grande porte
Este é o nosso esporte

Goleiro,
Meia lateral
Somos pantanal
Amazônia é natural
Vem a taça na final
Este é o nosso esporte

Técnico,
Preparador
De Vitória a Salvador
Liberdade e Redentor
Brasil ao seu dispor
Este é o nosso esporte



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JUSTIÇA: AMIGA DO HOMEM

Até então tudo era permitido e o mundo girava em torno de si mesmo e sem nenhuma proteção. Todos podiam tudo e tudo era permitido, até que surgiu a lei, da lei foi criada a regra, das regras criada as leis e foi assim...no final, surgiu a JUSTIÇA.

Quando se fala ou ouve a palavra justiça já imaginamos cadeia, tortura, sofrimento, poder soberano exato ao ser humano, dentre outras compreensões. Mas, afinal o que significa a justiça? A justiça significa defesa. Ninguém ao certo compreendeu a posição da justiça, ela existe para defender a causa e intermediar trazendo resultado positivo, dando retorno para ambas às partes. A justiça é parcial a todos os casos, não apresenta contrária, nem a favor do acontecimento, ela mantém-se isolada de qualquer prática.

Todo cidadão tem direito e dever. Quando algum cidadão comete um delito, logo imagina: “pronto, estou em fria”, não, você não está em fria. Até que tudo prove ao contrário você continua fora de qualquer decisão, lembrando que toda decisão é para proteger você também. Já imaginou se não houvesse a justiça para deter um assassino? Este com certeza seria linchado ou morto pela população. Já imaginou se não houvesse a intervenção do juiz? Quem respeitaria seu direito e onde encontrá-lo?. Já imaginou se não houvesse processo? Quem acreditaria que você está ou não certo? Já imaginou se não houvesse advogado? Quem faria sua defesa e como você afirmaria inocência? É pensando nisso que resolvi descrever levemente o trabalho e a visão da justiça no todo, percebemos então que a justiça existe para “errado e para o certo”, porque na verdade a justiça está sempre posta a combater o erro, descobrir a verdade, para melhor acomodar, orientar e informar sobre direito e dever de seus interessados.

Lembre: quando se vê em complicação com a justiça, tenha a calma, assuma o erro para facilitar o trabalho da defesa e da justiça e o favorecimento à sua situação. Quando o indiciado conta toda a verdade ou seja, abre o verbo com a justiça, isso possibilita com que a justiça compreenda a situação e controle o caso, fazendo com que as partes saiam felizes e na maioria das vezes, satisfeitas, cada um com sua solução. Por que é esta a intenção e interesse de todos nós jurídicos, que todos se encontrem e possam tomar o rumo certo para uma vida saudável. Até mais tarde.



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sábado, 29 de maio de 2010

Feliz NIver: Lelê Pingo de Mel & Bella-Aqui Models (Graffite

Eu e toda produção do Programa Graffite, antes atração da TV Alterosa, no aniversário da dançarina do programa, a Lelé, minha doce amiga. Boa Sorte meu bem.Foi o máximo. rsrs




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quinta-feira, 20 de maio de 2010

A JUSTIÇA DO MENOR

Sou do tempo em que trabalhar era uma questão de honra, tanto adultos quanto crianças trabalhavam e esbanjavam alegria. Naquele meu tempo não se via com freqüência abuso de crianças e suas acomeções em delitos, que contrariassem a lei ou suas ordens. Percebia na época a vontade de trabalhar e a escassez de informação e formação na verdade, mas nunca deparei com situação em que adolescentes cometessem crimes e coisa desta natureza, porque tínhamos muito medo da polícia, só pra se ter idéia, naquela época quando víamos uma viatura da polícia corríamos para dentro de nossas casas por temermos que a polícia nos pegasse. Infelizmente não é isso no dia atual, as crianças zombam do policial e faz chacota afrontando a autoridade.

Aí, me vêm o ECA (estatuto da criança e do adolescente) pregando várias “doutrinas protetivas”, dando a esse adolescente o direito de errar, ocultando do mesmo o dever de corrigir seu erro, repito: ele errou, ele tem que responder por seu erro. Se um adolescente, seja lá qual for sua idade comete um crime, a justiça de imediato vem inocentá-lo, aplicando-lhe apenas algumas medidas protetivas, resultado: o adolescente “cumpre” a medida e volta a praticar o mesmo ou pior crime da vida. Porque então não criar a CPM (centro prisional do menor)? Se ele pode cometer crimes, ele pode tranqüilamente aconchegar-se a uma cela prisional. Enquanto tivermos estas brechas alarguecidas aos menores, teremos os maiores desafios e contribuição excedente da violência. Se ligo a TV ou o Rádio, ouço, vejo notícias, a maioria da notícia tem a intervenção do adolescente, até os “marmanjos” apoderam da situação ou da facilitação da lei aos menores e os responsabilizam pelos seus atos. Seriam os menores, de fato, inocentes ou incapazes de responderem pelos seus crimes? Ou nós teremos que continuar vítimas deles? Até quando essa vagareza do absurdo vai continuar? Quantos mais terão que ser vítimas dos adolescentes? Até onde irão estes adolescentes? E nós?

Nosso país deve estudar a reformulação deste estatuto e da política com que é empregada e aplicada aos menores, tomando assim, medidas mais sérias e responsabilizando parcialmente o menor pelo seu erro. Trazendo-o ao seu espírito de responsabilidade e chamando-o ao reconhecimento de um caráter, conduta e de uma boa índole para o futuro. Se continuarmos manifestando defesa ao menor infrator e não puni-lo como deve, este vai crescer sem princípios, educação, sociabilidade e caráter. Não adianta enchermos o menor de bolsa, se não houver a alça para a concretização do humano, do cidadão. Muita coisa tem de mudar, para que nosso país seja de fato um país espelho, exemplo.

O menor tem que saber que a vida nunca será alegria e glória, mas saber também que se ele não fizer o bem será tragado pelo mau e que daqui pra frente a situação vai tomar rumo mais rude e cruel, que ele deve estar preparado para enfrentar esta situação com lucidez e atitude responsável. Fazendo isso, impossibilitaremos o aumento assustador da criminalidade e teremos um futuro Brasil promissor. Até mais tarde.



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quarta-feira, 19 de maio de 2010

O RACISMO OCULTO

Embora o país Brasil seja de farsa, um país democrático, que é uma pura e real mentira, ainda sofremos com o racismo, muito oculto.

Quando aproximo do ponto de ônibus, por ser negro, os olhares de pessoas da cor branca espantados levanta suspeita da minha presença. Se senhoras ou senhores possuem algum valor, mais do que depressa resolvem acolher mais próximo de seu corpo, temendo que “eu” possa subtraí-los e por aí... Certo dia, estava em um ponto de ônibus a espera de uma lotação para ir embora, deparei com uma situação constrangedora e humilhante: uma senhora de cor clara, aparentemente possuída de algum bem, me evitou fornecer a hora, quando perguntada por mim, escondendo-se e procurando amparo, como se eu fosse roubá-la. Alguns minutos depois aproximou de nós um rapaz bem vestido e de cor clara e a perguntou a hora e ela sem pensar duas vezes, o responde com um largo e espontâneo sorriso aproximando-se dele na intenção de obter abrigo. Começaram a conversar e poucos minutos depois, ele anunciou assalto e adivinhe quem teve que intervir? – claro, eu, o negro que ela temia ser assaltada.

Em outro constrangimento, passava pela praça sete de setembro, centro da capital mineira, quando um grupo de jovens de pele clara cantavam e se alegravam, quando eu aproximei por gostar e praticar música (veja em meu perfil) , parei e logo fui indagado por um jovem muito tolo, que me perguntou: o que você quer? E eu o respondi: nada, apenas apreciando a musicalidade de vocês e perguntei: posso continuar por aqui? E ele disse que sim e eu permaneci. Mais tarde, quando todos estavam empolgados com a música, este mesmo jovem volta e me afronta ameaçando chamar a polícia e concluiu dizendo temer que eu fosse pertencer ao bando do vandalismo, eu como muito educado o respondi com lágrima nos olhos: fique tranqüilo, eu não veio atrapalhar seu momento musical e sim apreciar junto, se possível, deste momento, mas se caso eu não puder permanecer, me retiro, ele sorriu alegre por ter conseguido me inibir, pensava ele assim e se retirou me deixando afastado deles. Um pouco mais tarde, algum morador da redondeza acionou a polícia para o grupo e a viatura chegou abordou todos e um dentre eles, por incrível que pareça ele, exatamente ele, foi abordado e havia uma restrição judicial e no anexo um mandado de busca e apreensão ao mesmo, a polícia já o conduziria a delegacia, perguntou se havia alguém naquele grupo que possava poder judiciário ou formação acadêmica no curso de direito, ninguém se manifestou e a situação foi ficando crítica e o policial o exigiu um valor, aquele famoso “cafezinho” e ele, quanto os outros integrantes do grupo não tinham o “cafezinho” para aquele policial. Ao ver que a situação tomava corpo, resolvi intermediar no assunto, me apresentei devidamente documentado e sugeri que fôssemos encaminhados para a delegacia mais próxima e lá tomaria as providências cabíveis junto ao delegado. O policial por temer alguma represália por sua conduta anteriormente incomposta, resistiu a sugestão e liberou aquele rapaz. Mais uma vez, o negro teve que intervir. O jovem, ficou muito sem graça, pediu várias vezes desculpas e me convidou a aproximar do grupo, eu aborrecido desabafei dizendo estar muito chateado com a forma com que fui recebido de primeira mão e que por não me sentir bem teria que ir embora, mas que em hora oportuna a gente se re-encontraria. E fui embora.

Por aí, vejo que o preconceito e o racismo ainda existem, sem contar com várias discriminações que todo dia eu como tantos outros Brasileiros enfrentamos por este país. Quero encerrar este desabafo deixando uma pergunta: QUANDO TEREMOS UM PAÍS DE TODOS?




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sexta-feira, 14 de maio de 2010

PRA FRENTE CORAÇÃO

Ah! Bate coração, cansado, expirado que o tempo o excedeu

Mova a razão de sua nobre vida, que pelas mãos de Deus

Mudança inserta, quando vejo a palpitação ao lento que me esperta

Mudança que aperta, canção mesmo alerta dos movimentos seus

Por onde procurar?

Se não posso achar?

Quem procurar?

E se não me alcançar?

Palpita meu coração, expande minha canção

Boceja minha voz, espero quem vem após

Talvez dele vem a solução

A resposta e a razão

Basta apenas esperar, quem resultado alcançar

Verá?

Será?

Terá?

Virá?

Ainda não sei

Procurei

Pirei

Desconsolei

Irei

Embarguei





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quarta-feira, 12 de maio de 2010

OS NÃO NA RELAÇÃO

No dia em que te vi não dei muita importância, mas percebi o meu interesse e fui conferir. Na conferência meu coração começou a mostrar sinais de alerta, palpitando para um amor e veja no que deu:


Não posso ficar nem mais um dia sem estar ao seu lado;
Não posso deixar passar um instante sem ti;
Não vejo cabilidade alguma de não ouvir sua voz, sinto vontade disso;
Não me deixe só, olhando para as nuvens;
Não permita que eu te procure nas estrelas;
Não explore de mim suas facetas de sedução;
Não requeira que eu te ame sem medir minha disponibilidade;
Não açoite meu coração, porque ele pode retardar o que sinto por você;
Não imprima minha habilidade de amar;
Não restrinja sua exposição do amor;
Não sofra e nem me faça sofrer, porque perdermos tempo e estímulo;
Não me engane, porque se me enganar, enganado será;
Não me prometa aquilo que não podes cumprir, porque assim colocarás sua honra em jogo; Não se sinta esperto, porque já herdei a sabedoria;
Não me apaixone, porque iludido serás;
Não tente me derrubar, porque sua queda poderá ser maior;
Não se gabe, porque o elogio cabe a mim fazê-lo-lhe ;
Não diga que me ama, se apenas sente atração por mim;
Não me use, para não ser usado;
Não me alimente esperança, porque de tanta esperança estou fora do peso;
Não me veja como anjo, porque carrego escondido um “diabinho”;
Não me superiorise, porque sem você não sou ninguém;
Não pensa em me unificar, porque eu posso ser um só, mas, oportunidades para te fazer feliz são várias;
Não viaje em minhas frases, porque minhas palavras valerão muito mais;
Não disponha inteiramente pra mim, porque senão poderá ser alcançado pelo cansaço e assim ir de mal a pior tudo aquilo que espera;
Não diga que me carregarás no colo, porque suas pernas a esta altura não suportarão tanto peso e me acostumarei;
Não me deseja o mundo, porque o mundo nada tem;
Não me ignores por tudo isso que descrevi, porque nada disso valeria se não tivesse VOCÊ.





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segunda-feira, 10 de maio de 2010

DEPRESSÃO: A MALDIÇÃO PRA MENTE

(Contos de uma ex-deprimida)



Ela chega devagar, com passos lentos e tonteantes. Sem perceber sua presença, começo a deleitar em seu conforto, que de confortado, me desconforto só em pensar. Parei na esquina da tristeza e encobrir o sorriso do coração, com a mente pesada e um olhar sem resposta resolvi calar a voz. Mais tarde ao deitar, despertei a curiosidade de descobrir a vida do outro lado. Ao acordar, me deparei com uma decepção e novamente eu a introspectei. Começava ali minha ilusão e desencanto. Parecia normal minha atitude de ajudar várias pessoas, sem conter minhas emoções e continuei na prática, convencida de estar fazendo tudo certo, errada eu estava ,mas não percebia. Ajudei tanta gente e eu a perecer.

Comecei um namoro e no decorrer deste foi tudo uma maravilha, até surgir a primeira decepção. Na segunda decepção meu comportamento manteve o mesmo, passei por cima de tudo, assim eu compreendia que estava agindo certo, mas na verdade não. Até que chegou ao fim meu namoro de 3 anos de duração. Dei uma de forte, de alguém que não conseguisse sofrer por um término de qualquer natureza, mas na verdade me corroia por dentro e a dor da perda era grande que não comportava no coração, mas mesmo assim eu resistia ao lamento, só.

Passei a comportar de forma intrínseca. Fui para o quarto e não sentia vontade alguma de me envolver com pessoas, presenças de amigos ou conhecidos me irritavam, comecei a ver o mundo de cabeça para baixo, meu sono subtraía a cada dia, meu ânimo desacelerava, a palpitação sem resultado era alarmante, o apetite que antes era meu braço forte, tornou-se meu inimigo, minha família me via com olhar de compaixão, enquanto eu a via com olhar de intrometidos, investigadores da vida alheia, estava extremamente ao extremo crônico mental. Várias pessoas percebiam minha mudança tão rápida e estranhavam a ponto de comentarem comigo sobre este fato e até me alertavam sobre tudo aquilo e eu ignorava e desconsiderava comentários, estranhando os mesmos. Sem contar com a euforia de trabalhar que me seguia rotineiramente, cada dia eu a via definhar. Levaram-me ao psicólogo, contra meu gosto, mesmo com a resistência que eu apresentava, e o psicólogo sugeriu aos meus pais que me encaminhassem urgentemente ao psiquiatra porque a situação estava saindo de neurótica para psicótica. Vi-me inteiramente em uma confusão sem retorno. Dúvidas à parte, rejeito comentários e abusos de piadas... tratei e hoje estou bem, graças a Deus. Minha vida após o tratamento mudou e tomei outro rumo, agora sei que tudo que não avisa a chegada tem um fim de perdição e a virada para a ilusão, venci. Se você tem ou sofre deste mal, saiba lidar com ele, porque é comum ter depressão, incomum é não compreender e aceitar a melhora desta maldição pra mente. Até mais tarde.


Depoimento de Luciana Medeiros Carneiro, encaminhado ao meu e-mail pedindo para publicar em meu blog, com autorização via procuração em cartório. Autorização de publicação e exposição de conteúdos.




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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Lelê Pingo de Mel e Pati Peti, dançando ao som de:Mc Nicolau

Assistam e relembrem minha participação no Programa Graffite, quando fui jurado do quadro de calouros do mesmo. Divirtam-se.






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O MELAÇO

Melaço, abraço
Da vida me tenho

Melaço, aço
Da vida engenho

Melaço, bagaço
Da vida mantenho

Melaço, palhaço
Da vida empenho

Melaço, espaço
Da vida veneno

Melaço, bom passo
Da vida desempenho

Melaço, regaço
Da vida pretendo

Melaço, guerdaço
Da vida estendo

Melaço, amasso
Da vida desdenho

Melaço, polaço
Da vida mantendo

Melaço, traço
Da vida desenho













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quarta-feira, 5 de maio de 2010

O FRACASSO DA MÚSICA BRASILEIRA

Ouço falar bastante nesta frase: “eu canto”. Mas, será que realmente você canta ou encanta?

De uns anos pra cá, venho observando o fracasso que a música apresenta, não sei se estou ficando enlouquecido ou de fato é visível este fracasso. Nos EUA, o funk tem uma ideologia que é aplicada aos costumes de quem vai a boite ou danceteria para divertir, pelo bom lance de toque que este estilo proporciona. Mas, na versão Brasileira, como não era de se esperar, esta ideologia aplica no sensualismo, isso pra não dizer, sexualismo. O jovem utiliza do método funkista para apoderar-se de suas orgias, debilitações de caráter e insuficiência de conduta, fazendo-se desejável às práticas do sexo e ao consumo de drogas. Não há, como sempre, nenhuma lei que ordene ou obrigue que este tipo de música venha mostrar parecer contrário ao da atualidade, porque pelo visto, a “lei” tem compartilhado, de forma, quão, não entendo.

O nosso país, posso dizer isso com propriedade pelos meus 17 anos de carreira e conhecimento músico-cultural, que somos o berço da cultura e a cama da música, dança e teatro. Nosso país tem mudado a compreensão de um país futebolístico e ampliado a visibilidade de um país supercultural, louvável isso. Mas, para que seja afintadora esta prática de reconhecimento devemos moldar a cada dia, nossa forma de entender o que é música e como procede seus estilos e a que passo está seu ritmo, para atingirmos ainda mais o reconhecimento internacional. A cada cidadão que eu encontro ouvindo funk pelas ruas deste país, sinto degradar nossa cultura, não pela música ou estilo em si e sim pela pilantragem que esconde por detrás de uma letra absurda e desrespeitosa, às vezes até desafiadora.

Fico estarrecido com a popularidade que este estilo musical vem abrangendo e com pouco tempo de mercado, já tomou conta da cabeça da população desestabilizada, diria. O estilo erudito, clássico, gospel, dentre outros não tiveram o reconhecimento que este maldito estilo teve. Quero frisar ainda, que a música clássica ou o músico clássico é tido como louco, porque faz jus da verdadeira cultura, principalmente Brasileira, a quem prezo por sua preservação. Ai quem me dera, se eu pudesse trazer Itália, França e Espanha para a mente brasileira ou deslocasse a ideologia destes países e aplicasse-os aqui.

A notoriedade do estilo música gospel, também é desastrosa ao ver de alguns. Na verdade, este tipo de estilo não é muito reconhecido, a maioria da população só compreende esse estilo, como estilo de Igreja apenas e não vê como estilo musical diferenciado e cheio de cultura. As melhores vozes que ecoaram nas rádios, TV’s e até mesmo pela internet, surgiram do meio gospel, temos exemplos de: Withney Houston, Elvis Presley, Michael Jackson, Cláudia Leite, Tim Maia,Luciano Pavarotti, Maria Callas, Victor e Leo,César Menotti e Fabiano, dentre outros se eu for descrever tomarei seu tempo e este espaço será pequeno para tais.

A minha querência é que este tipo de aceitação e visão cultural musical, possa mudar e que nosso povo passe a acreditar num futuro mais rico, de pessoas mais preparadas e capazes de representatividade, até culturais. Vamos abanar a bandeira da cultura e banir os costumes de sensualidades e inconduticialismo, porque já é hora de alertarmos para o futuro e percebermos que tudo está mais rápido do que imaginamos. Até quando esperar que as coisas vãs tomem iniciativas, se não tomarmos nós? Quando poderei abrir os olhos e ter orgulho de enxergar nosso povo mais consumista de si e não absurdezas de outros? Quero andar pelas ruas deste país e poder ver nosso povo informado, culto e certo de sua sabedoria e não enganados por sua soberba ilusão.







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segunda-feira, 3 de maio de 2010

O DESTINO PIRATA

Viajar, viajar e viajar. Ver as paisagens lindas, deslumbrantes e cheias de emoções. Este seria o destino de quem realmente quer chegar com segurança e amparado pela lei, mas na verdade, a realidade não é esta.

Eu venho acompanhando rotineiramente o procedimento de captação de passageiro, por motoristas ambulantes da máfia. Aos berros estressantes e fínidos, chamam o passageiro para adentrar ao aconchego de uma van, carro ou ônibus, e em seguida anunciam a saída com rumo ignorado, rumo ignorado porque não sabemos se vai chegar vivo ou livre.

A pouca fé de alguns e o abuso do poder de outros, cegam estes consumidores do vandalismo, proporcionando-lhes agilidade e uma chegada que se fosse percorrida pelos veículos devidamente legalizados demorariam um pouco mais. A pressa de chegar e a vontade de rever, matar a saudade de quem quer que seja, causa euforia aos que vão e tristeza aos que esperam.

Os órgãos gerenciadores, capacitados para combater este tipo de irregularidade, dão se o valor cumplicidamente aos condutores da morte e do desrespeito ao cidadão-passageiro. Eu como você que ler este artigo cansamos de ver e ouvir os anúncios perigosos e comprometedores do “povinho”, que ficam nas proximidades da rodoviária. Será que somente nós cidadãos comuns vemos e ouvimos os absurdos berros para o embarque ao DESTINO PIRATA por seus colaboradores? Ou os órgãos competentes, estão omissos incompetentementes?

É um absurdo que no século em que estamos este tipo de irregularidade possa passar ilesa e sem nenhuma contrariação de prevenção. Imagine se um qualquer condutor desta natureza resolve desviar o itinerário e causar danos às vítimas? Violentar sexualmente as mulheres? Extorquir os usuários? Ou assassinar para roubá-los? Esses tipos de situações têm de ser pontuados, porque se houverem esses ataques, quem responderá por isso? - Ah! Os órgãos competentes, ou melhor, incompetentes, rapidamente darão sua voz de inocência e ileisidade, alegarão que fizeram toda abordagem para coibir este tipo de ilicitudes quando na verdade, nada disso houve, e o povo mais uma vez, como sempre, RESPONDE SOZINHO.

Até quando nossos órgãos, que por sinal, pagamos para que eles funcionem, vão acometer os absurdos, colocando vidas em jogo? Será preciso presenciar, vivenciar a desordem ou o fim da vida de alguém por causa de ninguém? Quando teremos o retorno de correção desta postura incompetencializada? Ou teremos que acompanhar a olho nu e cru O DESTINO PIRATA? Até mais tarde.






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