Viajar, viajar e viajar. Ver as paisagens lindas, deslumbrantes e cheias de emoções. Este seria o destino de quem realmente quer chegar com segurança e amparado pela lei, mas na verdade, a realidade não é esta.
Eu venho acompanhando rotineiramente o procedimento de captação de passageiro, por motoristas ambulantes da máfia. Aos berros estressantes e fínidos, chamam o passageiro para adentrar ao aconchego de uma van, carro ou ônibus, e em seguida anunciam a saída com rumo ignorado, rumo ignorado porque não sabemos se vai chegar vivo ou livre.
A pouca fé de alguns e o abuso do poder de outros, cegam estes consumidores do vandalismo, proporcionando-lhes agilidade e uma chegada que se fosse percorrida pelos veículos devidamente legalizados demorariam um pouco mais. A pressa de chegar e a vontade de rever, matar a saudade de quem quer que seja, causa euforia aos que vão e tristeza aos que esperam.
Os órgãos gerenciadores, capacitados para combater este tipo de irregularidade, dão se o valor cumplicidamente aos condutores da morte e do desrespeito ao cidadão-passageiro. Eu como você que ler este artigo cansamos de ver e ouvir os anúncios perigosos e comprometedores do “povinho”, que ficam nas proximidades da rodoviária. Será que somente nós cidadãos comuns vemos e ouvimos os absurdos berros para o embarque ao DESTINO PIRATA por seus colaboradores? Ou os órgãos competentes, estão omissos incompetentementes?
É um absurdo que no século em que estamos este tipo de irregularidade possa passar ilesa e sem nenhuma contrariação de prevenção. Imagine se um qualquer condutor desta natureza resolve desviar o itinerário e causar danos às vítimas? Violentar sexualmente as mulheres? Extorquir os usuários? Ou assassinar para roubá-los? Esses tipos de situações têm de ser pontuados, porque se houverem esses ataques, quem responderá por isso? - Ah! Os órgãos competentes, ou melhor, incompetentes, rapidamente darão sua voz de inocência e ileisidade, alegarão que fizeram toda abordagem para coibir este tipo de ilicitudes quando na verdade, nada disso houve, e o povo mais uma vez, como sempre, RESPONDE SOZINHO.
Até quando nossos órgãos, que por sinal, pagamos para que eles funcionem, vão acometer os absurdos, colocando vidas em jogo? Será preciso presenciar, vivenciar a desordem ou o fim da vida de alguém por causa de ninguém? Quando teremos o retorno de correção desta postura incompetencializada? Ou teremos que acompanhar a olho nu e cru O DESTINO PIRATA? Até mais tarde.
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