O TERROR CHEGOU DE SURPRESA, ENTROU NA CIDADE E FEZ SUA RECEPÇÃO. A CADA LÁGRIMA QUE ROLAVA DE UM ROSTO TRISTE, ERA UMA SUSTENTAÇÃO DE MAIS UM CAPÍTULO DE UMA NOVELA A DESENROLAR EM MAR DE FÚRIA E FRUSTRAÇÃO.
A MENTE POUCO HÁBIL E UM CORAÇÃO EM RITMO ACELERADO, CAUSANDO IMPACTO DE CHOQUE E DIREÇÃO. UM CURTO CIRCUITO FECHOU OS MEMBROS NEUROLÓGICOS IMPOSSIBILITANDO UMA RESPIRAÇÃO.
A VOZ FADIGADA, SIMBOLIZAVA AGONIA. A ARTE DA MÁFIA FADA, RELATAVA A GUERRA DO DIA- A- DIA. PESSOAS CORRENDO PARA UM RUMO IGNORADO, SEM SABER O QUE SIGNIFICAVA A ESTA ALTURA:DEUS, PODERES CELESTIAIS OU ALGO DESTA NATUREZA. PERCEBENDO APENAS UMA MARÉ CHEIA QUE TRAZIA CONSIGO A “DESGRAÇA”, PROPRIAMENTE DITA.
DORMI NUMA CONFUSÃO DE SERES QUE GRITAVAM, ESPERNIAVAM E GEMIAM DE DOR – VÁRIAS CLASSIFICAÇÕES DE DORES: DOR DE PERDA, DE ÂNIMO, DE CHOQUE, DE EMOÇÃO, PSICOLÓGICA, COMPREENSÃO, DENTRE OUTROS TIPOS DE DORES, QUE NÃO CONSIGO DESCREVER, PORQUE DÓI SÓ EM PENSAR NA DOR ALHEIA. OLHOS QUE MINAVAM ÁGUA DE PAIXÃO E DENTES QUE ERAM SUBSTITUIDOS POR UM SORRISO EM SANGUE DO TERROR.
PRÉDIOS, CARROS, ÔNIBUS, SERES HUMANOS, TODOS VINHAM AO CHÃO,QUE ANTES SERVIA DE ALICERCE, HOJE SERVE COMO AMPARO DE CORPOS E OBJETOS. O DESESPERO FOI TOMANDO CONTA DA VIDA DE VÁRIOS DESCONSOLADOS, QUE PROCURAVAM POR ALGUM VIVENTE, TENTANDO ENCONTRAR, TALVEZ, UM BRAÇO AMIGO, UM CARINHO MESMO QUE DE ESTRANHO. NESTA TEMPORADA TODOS SE TORNARAM IRMÃOS.
MÃE!...FILHO!...PAI!...TIO!...AVÔ!...ONU!... – ERAM ESTAS AS VOZES QUE SE OUVIAM DO FUNDO DA AMARGURA. QUEM ERROU? DE QUEM É A CULPA? PERGUNTEI – NÃO SEI. NA CALOURADA DA VIDA VI MEUS SONHOS IREM EMBORA, MESMO QUE DISTANTE, POIS PERCEBO QUE ESTE MOMENTO VEM CHEGANDO. APENAS AGUARDO.
POSSO PRESSENTIR A CORDA DE ISOLAMENTO E AO MESMO TEMPO VER A RUÍNA CHEGAR NO BRASIL. NÃO HÁ COMO PRECAVER, SEREMOS SURPREENDIDOS COM A VISITA DO TERROR. NÓS HUMANOS, DE VARIADAS RAÇA, CREDO RELIGIOSO E POSIÇÃO SOCIAL, PROCURAMOS POR ESTE DIA. “AÍ É QUE SÃO ELAS”! QUERO VER QUEM DIRÁ: SOU O MELHOR, EU POSSO, EU FAÇO, EU SOU.
SEREMOS UM PARA TANTOS E TANTOS PARA UM. BEBEREMOS DA RUA DE UM MENDIGO E COMEREMOS A SOLIDÃO DO MAGNATA. ESTAREMOS ESPETADOS PELO DESOLO E ESQUARTEJADOS PELOS PRAÇAS. ENTRAREMOS NO CONCERTO DA “DESGRAÇA” E CANTAREMOS A CANÇÃO DO ADEUS, NÃO SABEREMOS QUEM SOMOS E DESEJAREMOS A MORTE E NÃO MORREREMOS. PORQUE A MORTE NESTA HORA SERÁ A VIDA CONTÍNUA DE UM ABSURDO E DESPROVIDO PRAZER. Até mais tarde.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
MINHAS FRASES
"Nunca acredite naquilo que está por vir. Busque sempre equilibrar o que já chegou”.
”A percepção do perceptor, sempre fica a perceber do imperceptível”.
“O coração de quem ama, nunca vê os olhos de quem deseja”.
“A negociação depende de um negociador, como um negociador também depende de uma negociação“.
“Para que termine com a lei da paixão, tem de se terminar com a paixão da lei”.
“O amor não é cego, porque se fosse cego ninguém enxergaria o término de uma relação”.
“Para ser capacitado, não precisa de uma capacitação, precisa ser capaz”.
“A loucura não existe, existe o louco de espírito”.
“Ninguém morre vivo, é apenas ficção.”
“Quando se tem um ombro amigo, tem-se amigo irmão. Quando se tem amigo do ombro, tem-se apenas lamentação”.
“Quem muito pede, não divide. Quem muito cobra, não paga”.
“Todo sorriso excessivo, é sinal de frustração”.
“Quanto muito estudo, pouco o raciocínio”.
“Quem muito pensa, pouco age”.
“Quando o ser humano não suporta o outro, é sinal que ele não se suporta”.
“Quem vê incômodo no outro, é porque o incomodado é si”.
“Se você errasse pra aprender, quem te ensinaria”?
“Errar não é humano, porque se fosse humano o próprio humano aceitaria seu erro”.
“A exaltação significa impotência”.
“Ninguém é ninguém, sem ninguém”.
A publicação destas frases, poderá ser utilizada, desde que mencione o autor.
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”A percepção do perceptor, sempre fica a perceber do imperceptível”.
“O coração de quem ama, nunca vê os olhos de quem deseja”.
“A negociação depende de um negociador, como um negociador também depende de uma negociação“.
“Para que termine com a lei da paixão, tem de se terminar com a paixão da lei”.
“O amor não é cego, porque se fosse cego ninguém enxergaria o término de uma relação”.
“Para ser capacitado, não precisa de uma capacitação, precisa ser capaz”.
“A loucura não existe, existe o louco de espírito”.
“Ninguém morre vivo, é apenas ficção.”
“Quando se tem um ombro amigo, tem-se amigo irmão. Quando se tem amigo do ombro, tem-se apenas lamentação”.
“Quem muito pede, não divide. Quem muito cobra, não paga”.
“Todo sorriso excessivo, é sinal de frustração”.
“Quanto muito estudo, pouco o raciocínio”.
“Quem muito pensa, pouco age”.
“Quando o ser humano não suporta o outro, é sinal que ele não se suporta”.
“Quem vê incômodo no outro, é porque o incomodado é si”.
“Se você errasse pra aprender, quem te ensinaria”?
“Errar não é humano, porque se fosse humano o próprio humano aceitaria seu erro”.
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O DESTINO DO SEXO
O preço é baixo à vista daqueles que querem apenas um momento de prazer. O convite é alto e cheio de conteúdo, alegria e muita expectativa, sem contar na curiosidade aguçada que o “produto” apresenta. Cabelos bem modelados, olhos laqueados, um perfume exalante, simulando uma flor da aurora. Tamanha produção, para 30 minutos de “desejo”. O “cliente entra e começa a seção, a sensação de estar fazendo o que queria ou o que seu consciente pediu, é muito bom... a continuidade do prazer se mantém e eis que é chegado o fim, dinheiro na caixinha, pé na estrada e mente pesada – acusando o ato, o gasto, a vergonha, a promiscuidade e a insuficiência de moral.
Dias depois, o começo da amargura. Os sintomas do sexo e sua angústia, a prepotência do ser viver e a busca pela inconsciência do prazer. Tudo isso somado em um só mês, resultado daquele dia. Percebe o ritmo diário da vida humana diminuir, o cansaço obscuro, a voz esgotada, o agito de um coração que antes palpitava pelo prazer, hoje palpita pelo desprazer de uma descontinuidade sexual.
Arca-se pelo absurdo convite ao sexo, a orgia e ao contentamento de uma postura indesejada e não pensada. Agora é tarde, pode-se pensar, não afirmo que seja realmente tarde, mas acredito que não necessitava desta forma para refletir a posição em que estás e o que a vida significa pra você e se tem sentido tudo aquilo que pareceu bom, familiar ou agradável.
Nem tudo que apresenta beleza, termina na mesa.
Nem tudo que apresenta familiar, termina na mesa.
Nem tudo que apresenta saudável, termina na mesa.
Nem tudo que apresenta gostoso, termina na mesa.
Nem tudo que apresenta forte, termina na mesa;
Nem tudo que apresenta novo, termina na mesa.
Mas, cuidado! Porque tudo que apresenta facilidade, termina na mesa de um
hospital.
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Dias depois, o começo da amargura. Os sintomas do sexo e sua angústia, a prepotência do ser viver e a busca pela inconsciência do prazer. Tudo isso somado em um só mês, resultado daquele dia. Percebe o ritmo diário da vida humana diminuir, o cansaço obscuro, a voz esgotada, o agito de um coração que antes palpitava pelo prazer, hoje palpita pelo desprazer de uma descontinuidade sexual.
Arca-se pelo absurdo convite ao sexo, a orgia e ao contentamento de uma postura indesejada e não pensada. Agora é tarde, pode-se pensar, não afirmo que seja realmente tarde, mas acredito que não necessitava desta forma para refletir a posição em que estás e o que a vida significa pra você e se tem sentido tudo aquilo que pareceu bom, familiar ou agradável.
Nem tudo que apresenta beleza, termina na mesa.
Nem tudo que apresenta familiar, termina na mesa.
Nem tudo que apresenta saudável, termina na mesa.
Nem tudo que apresenta gostoso, termina na mesa.
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
A TENDÊNCIA DO AMAR
Comecei um namoro que durou três anos. No decorrer destes anos, não percebi a vida passar e nem os alertas que ela me dava concernente a minha euforia - estava “cego pelo amor”.
Deixe me levar tanto, que acabei me afundando no mar da paixão, pensei que estava amando, quando na verdade estava enganado com a elucida forma de amar. Foram idas e vindas - permaneci “cego pelo amor”. Todas verdades que me falava sobre minha inserção no mundo da ilusão amorosa, eu as recebiam com inverdades - decaí. Não notava que ao notar a notória “desgraça” da cegueira, não notava nada e me afundei ainda mais – não notei.
Ao ver que as coisas não estavam positivando pro meu lado, comecei a sinalizar minhas emoções, tarde demais. Quando dei conta de mim, aqüelava em quadro depressivo aguçado, afundei ainda mais. Sucumbi. Mesmo com toda minha infelicidade, declarava amar uma pessoa que a essa altura nem se quer me conhecia, afundei ainda mais. Pessoas com quem tinha afeto, desafetei, afundei ainda mais.
Não ora obstante, encontrei um caminho a seguir e um alguém para amar, e travei. Travei porque eu mesmo fixei em mim o bloqueio. Tanto eu, como meu coração persistiram naquela outra pessoa, fiquei sem reação para a vida e mais uma vez, afundei. Percebendo que ao perceber, que estava sendo percebido, percebi a minha fraca percepção e declarei guerra - travei.
Me dei conta, comecei a pontuar minhas atitudes e a ver o mundo com outros olhos e comecei a melhorar e me abrir para outra relação - aceitei. Foi quando voltei a viver a vida, reconhecer meus valores e então, dediquei. Dediquei às práticas de vencer, porque encontrei em mim minha capacidade de estar, de agir, de ser e de que eu era e sou um vencedor. Sei que o amor existe, mas não para bloqueio e aprendi que quando perco, ganho – porque, é perdendo e abrindo para negociação, que terei um caminho promissor. Voltei a amar...
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Deixe me levar tanto, que acabei me afundando no mar da paixão, pensei que estava amando, quando na verdade estava enganado com a elucida forma de amar. Foram idas e vindas - permaneci “cego pelo amor”. Todas verdades que me falava sobre minha inserção no mundo da ilusão amorosa, eu as recebiam com inverdades - decaí. Não notava que ao notar a notória “desgraça” da cegueira, não notava nada e me afundei ainda mais – não notei.
Ao ver que as coisas não estavam positivando pro meu lado, comecei a sinalizar minhas emoções, tarde demais. Quando dei conta de mim, aqüelava em quadro depressivo aguçado, afundei ainda mais. Sucumbi. Mesmo com toda minha infelicidade, declarava amar uma pessoa que a essa altura nem se quer me conhecia, afundei ainda mais. Pessoas com quem tinha afeto, desafetei, afundei ainda mais.
Não ora obstante, encontrei um caminho a seguir e um alguém para amar, e travei. Travei porque eu mesmo fixei em mim o bloqueio. Tanto eu, como meu coração persistiram naquela outra pessoa, fiquei sem reação para a vida e mais uma vez, afundei. Percebendo que ao perceber, que estava sendo percebido, percebi a minha fraca percepção e declarei guerra - travei.
Me dei conta, comecei a pontuar minhas atitudes e a ver o mundo com outros olhos e comecei a melhorar e me abrir para outra relação - aceitei. Foi quando voltei a viver a vida, reconhecer meus valores e então, dediquei. Dediquei às práticas de vencer, porque encontrei em mim minha capacidade de estar, de agir, de ser e de que eu era e sou um vencedor. Sei que o amor existe, mas não para bloqueio e aprendi que quando perco, ganho – porque, é perdendo e abrindo para negociação, que terei um caminho promissor. Voltei a amar...
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terça-feira, 13 de abril de 2010
O BLOG DO JÔ SILVA CONCORRE A PRÊMIO
Embora tivesse pouco tempo de atualização e online, meu blog vem gerando resultado positivo e retorno satisfatório aos que o acessam. No final da semana passada, recebi um comunicado dizendo que meu Blog estava sendo convidado a fazer parte de um Concurso Internacional , denominado como Prêmio Internacional de Majestade da Comunicação Juvenil – PIMCJ, gerenciado e promovido por uma organização mundial de comuicação. Segundo o Dr. Rogger Lourence Ville, coordenador do concurso, disse veja trecho abaixo: Que o Blog do Jô Silva, tem formado opinião de ordens públicas e sua publicação é bem direcionada ao público jovem, abrangente e cheia de conteúdo, texto escrito pelo coordenador. Quando soube da inserção neste concurso, não acreditei e como até agora continuo não acreditando. Sabe o que é sonhar acordado e sem esperar por resultado algum? – esta é minha posição agora, mas tudo bem, estou aceitando-a de forma congratulante. É sinal que vocês têm aprovado minhas idéias e concordado fielmente com tudo aquilo que escrevo. Agora, me resta agradecê-los pela confiança e desejar a todos do Blog do Jô Silva – Boa Sorte. Até mais tarde.
Texto recebido no dia 08/04/2010, por Dr. Rogger Lourence Ville:
Blog that Joe Silva has formed an opinion of public order and publication is highly targeted to young people, comprehensive and full of content...
Visite nosso orkut:
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
RIO, ENTRE RIOS DE LÁGRIMAS
Prescrevo a água como responsável pela vida. Há alguns anos, diria, Antes de Cristo, todos os que acreditam no livro dos livros (minha crença), que é a Bíblia,viram a descrição do Dilúvio, na época de Noé. Os povos de Noé foram avisados sobre o grande Dilúvio que vira sobre àquela cidade. Todos desesperados correram, cada um, para seu refúgio e consigo resgatou o que coube dentro da arca. Alguns levaram seus animais, enquanto outros resgatavam sua família. E até que chegou o grande dia. Aos que desobedeceram à ordem de Deus e o conselho de Noé sofreram e morreram. A água por sua vez levou muitos consigo.
Em outro contexto, vemos a alegria de quem precisa da água para o uso do dia-a-dia. Utilizamos-na para banhar, fazer almoço, janta e determinar nossos compromissos diários e de precisão. Mas, nestes últimos tempos, venho acompanhando várias catástrofes... Chorei bastante, como todos nós Brasileiros choramos, presumo, quando acompanhamos aquele desabamento no Rio de Janeiro, na cidade de Niterói,ao ver os estragos que a água gerou aos nossos “irmãos”.
Quero descrever minha indignação (por quem não sei) e ao mesmo tempo prestar minha solidariedade aos nossos “irmãos” e vizinhos, todos Brasileiros. Mantenho de luto, não sei por quanto tempo. O tempo que eu declarar luto, não compensará às tantas vidas perdidas. Imagino, como não estão nossos Cariocas, que perderam suas casas, mobílias e família.
A água, que era para manter a vida, me vem levá-la de forma rude e grotesca. Confiei naquela que Deus disponibilizou para minha defesa, para minha manutenção e equilíbrio. E esta me responde desta forma. Resta saber onde está o erro? Quem provocou o erro? O porque esta reivindicação desastrosa da água? Como aconteceu tudo aquilo? Será que realmente tudo isso aconteceu ou ainda durmo para amanhã acordar? – Não sei a resposta.
Este, não é o momento de responsabilizarmos quem quer que seja, mas aferir uma parte de culpabilidade à administração pública, isso me será vindouro fazer. Locam meu povo de forma animal e o deixa para as traças. Entregam-os aos cardumes da maré cheia, sem se quer lhes dar o barco para fuga e agora os enterram num lixão, que ao menos deveria servir para depósito e não de CEMITÉRIO. Até mais tarde.
A publicação deste texto poderá ser utilizada, desde que mencionado o autor do artigo.
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Em outro contexto, vemos a alegria de quem precisa da água para o uso do dia-a-dia. Utilizamos-na para banhar, fazer almoço, janta e determinar nossos compromissos diários e de precisão. Mas, nestes últimos tempos, venho acompanhando várias catástrofes... Chorei bastante, como todos nós Brasileiros choramos, presumo, quando acompanhamos aquele desabamento no Rio de Janeiro, na cidade de Niterói,ao ver os estragos que a água gerou aos nossos “irmãos”.
Quero descrever minha indignação (por quem não sei) e ao mesmo tempo prestar minha solidariedade aos nossos “irmãos” e vizinhos, todos Brasileiros. Mantenho de luto, não sei por quanto tempo. O tempo que eu declarar luto, não compensará às tantas vidas perdidas. Imagino, como não estão nossos Cariocas, que perderam suas casas, mobílias e família.
A água, que era para manter a vida, me vem levá-la de forma rude e grotesca. Confiei naquela que Deus disponibilizou para minha defesa, para minha manutenção e equilíbrio. E esta me responde desta forma. Resta saber onde está o erro? Quem provocou o erro? O porque esta reivindicação desastrosa da água? Como aconteceu tudo aquilo? Será que realmente tudo isso aconteceu ou ainda durmo para amanhã acordar? – Não sei a resposta.
Este, não é o momento de responsabilizarmos quem quer que seja, mas aferir uma parte de culpabilidade à administração pública, isso me será vindouro fazer. Locam meu povo de forma animal e o deixa para as traças. Entregam-os aos cardumes da maré cheia, sem se quer lhes dar o barco para fuga e agora os enterram num lixão, que ao menos deveria servir para depósito e não de CEMITÉRIO. Até mais tarde.
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sexta-feira, 9 de abril de 2010
O ATENDENTE
A oferta é grande, a chamada para um trabalho estressante também. Me ofende ao pensar na capacidade de percepção errônea de alguns analfabetos, que acreditam falar diretamente com um determinado órgão, quando na verdade, falam estes com apenas um colaborador ou vinculador de informação. Alô! Gostaria de falar com o prefeito. Falar com o prefeito, como? Se nem eu consigo?... Poxa! Nunca falo com ele, aí eu respondo: Um momento senhor vou verificar a possibilidade do senhor falar com o prefeito. Obviamente não o darei este direito, porque se houvesse esta possibilidade, claro, que eu também queria e em primeira fileira. Volto e concluo a operação: "Sr (a), obrigado por aguardar e desculpe a demora... Obrigado porquê? Ele não me paga para agradecê-lo e desculpe pela demora porquê? Não estou na casa dele e nem se quer eu o devo explicação de minha função à consulta do assunto que lhe interessa. Pudéramos nós, gozarmos da famosa” Latinha de Retorno “, muito utilizado nos Estados Unidos, que é: você atende e o interessado deposita em sua conta funcional, vinculada ao DP da empresa, referindo ao cachê do atendente. Por mais que fosse fácil, não teríamos que utilizar a frase final: Algo mais Sr (a)? Algo mais por quê? O que você o deve para oferecer-lhe algo mais? Ou o que você compartilhou com ele? ·”. Finalizo dizendo: “A empresa agradece a sua ligação e tenha uma boa tarde”, quem ouve do outro lado, diz: “meu Deus, se este (operador) soubesse a raiva que estou desta empresa, por várias vezes eu ter tentado obter o resultado satisfatório e não conseguir, correria léguas de mim”. Mas, já pensou nesta frase final do atendente? – Ah! Sabe de uma coisa? Deixa pra lá.
Se as empresas do setor Call Center soubessem o valor indeterminado que os atendentes têm, os daria o valor merecido. Já pensou se todos os atendentes proclamassem GREVE? Quem atenderia os clientes? As empresas são movimentadas pelos atendentes, todo recurso começa com a palavra: “José Alves, em que posso ajudar” e se não houver um reconhecimento e respeito valorizado aos especialistas (atendentes) da área, terminaremos com o balanço mensal e com a definida frase: “José Alves, precisamos de ajuda”. Até mais tarde.
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Se as empresas do setor Call Center soubessem o valor indeterminado que os atendentes têm, os daria o valor merecido. Já pensou se todos os atendentes proclamassem GREVE? Quem atenderia os clientes? As empresas são movimentadas pelos atendentes, todo recurso começa com a palavra: “José Alves, em que posso ajudar” e se não houver um reconhecimento e respeito valorizado aos especialistas (atendentes) da área, terminaremos com o balanço mensal e com a definida frase: “José Alves, precisamos de ajuda”. Até mais tarde.
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
O Ser Mulher
Ser mulher
O Ser Mulher é enigmático, apreensivo e ponderável às suas dificuldades. O Ser Mulher presencia acidente da vida e aborda o argumento da Fé. Ser Mulher, é a carência, paciência de estar e a percepção do que é. Ser Mulher, explica a causa, dá a pausa da vida de Offair. O Ser Mulher é tudo, aplica a fadiga e desconflita o mundo. O Ser Mulher é isso: uma flor, mesmo que esmagada pela decepção, desarraigada do solo amigo e desamparado de um irmão. Para O Ser Mulher, mesmo que eu queira justificar não conseguirei, porque O Ser Mulher é confusão.
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O Ser Mulher é enigmático, apreensivo e ponderável às suas dificuldades. O Ser Mulher presencia acidente da vida e aborda o argumento da Fé. Ser Mulher, é a carência, paciência de estar e a percepção do que é. Ser Mulher, explica a causa, dá a pausa da vida de Offair. O Ser Mulher é tudo, aplica a fadiga e desconflita o mundo. O Ser Mulher é isso: uma flor, mesmo que esmagada pela decepção, desarraigada do solo amigo e desamparado de um irmão. Para O Ser Mulher, mesmo que eu queira justificar não conseguirei, porque O Ser Mulher é confusão.
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